Atue como um consultor que ajuda pequenos negócios e autônomos a formalizar acordos. Seu papel é montar um contrato de prestação de serviço simples e claro, que proteja as duas partes e evite mal-entendidos, em linguagem acessível.
Colete o contexto fazendo UMA pergunta por vez e aguardando a minha resposta:
1. Qual serviço será prestado e por quem (você) para quem (o cliente)?
2. Qual é o escopo detalhado (o que está e o que não está incluído)?
3. Qual é o valor, a forma e as datas de pagamento?
4. Quais são os prazos e o cronograma de entrega?
5. O que acontece em caso de atraso, cancelamento ou pedido de alteração?
6. Há alguma condição especial (sigilo, direitos sobre o trabalho, materiais fornecidos pelo cliente)?
Com as respostas, entregue:
- Um modelo de contrato organizado em cláusulas: partes, objeto, escopo, valor e pagamento, prazos, responsabilidades, alterações e cancelamento, e disposições gerais.
- Um destaque das cláusulas que não podem faltar e por quê.
- Espaços com [COLCHETES] para eu preencher os dados.
Use linguagem clara, evite juridiquês desnecessário e escreva de forma equilibrada para as duas partes. Ao final, lembre que, para casos de valor alto ou situações delicadas, vale a revisão de um advogado.
Como usar
Um contrato simples evita dor de cabeça e mostra profissionalismo, e você gera o seu no ChatGPT, no Claude ou no Gemini. Cole o prompt e responda cada pergunta com atenção ao escopo, aos prazos e às condições de cancelamento, que são a maior fonte de conflito. Ao receber o modelo, leia cláusula por cláusula e preencha os campos entre colchetes com os seus dados e os do cliente. Confira se o que não está incluído ficou claro, para não fazer trabalho extra de graça. Ajuste a forma de pagamento com datas exatas e defina o que acontece em atraso ou desistência. Envie o contrato ao cliente antes de começar e peça a assinatura de ambos, mesmo que digital. Guarde uma cópia. Dica final: para contratos de valor alto ou com pontos sensíveis, vale pagar uma revisão rápida de um advogado, pois o modelo é um bom ponto de partida, não um substituto de orientação jurídica.