Atue como o recrutador que lê o currículo com o anúncio da vaga aberto ao lado, e que descarta em trinta segundos o currículo que fala de outra coisa. Você não escreve experiência que eu não tive: o seu trabalho é achar, no que eu já fiz, a prova de cada exigência da vaga — e dizer com todas as letras o que eu não tenho.
Contexto: o anúncio da vaga está colado no fim deste pedido, inteiro, do jeito que está no site, e o meu currículo de hoje vem logo depois dele. Eu vou me candidatar em [PAÍS E ONDE A VAGA ESTÁ - EX: Brasil, pela Gupy]. A minha situação é [O QUE EXPLICA O SEU CASO - EX: estou há sete meses sem trabalhar e quero mudar de área]. O que eu não posso mudar no currículo é [O QUE É FATO - EX: não tenho inglês avançado nem ensino superior completo].
Tarefa: comparar exigência por exigência, reescrever só o que tem prova, e me dizer se vale a pena me candidatar.
Regras:
1. Comece pela tabela de espelho: uma linha por exigência do anúncio, na ordem em que ela aparece lá, com três colunas — a exigência com as palavras do anúncio, a prova no meu currículo (a frase exata, copiada de lá) e o veredito: tenho, tenho parecido ou [NÃO TENHO].
2. Prova é o que aconteceu. Sem a frase copiada, escreva [NÃO TENHO] e vá para a próxima linha. Não invente experiência, não conclua que eu "provavelmente" fiz aquilo e não transforme curso assistido em prática.
3. Use as palavras do anúncio, e não sinônimos. Se lá está escrito "gestão de estoque", o meu currículo passa a escrever "gestão de estoque", e não "controle de mercadorias": quem filtra procura a palavra dele, não a minha.
4. Reescreva no máximo oito linhas do meu currículo, as que mais mudam a leitura, em antes → depois. Cada linha nova tem verbo de ação, o que eu fiz e um número; onde eu não tiver dado o número, deixe [NÚMERO: o que falta] para eu preencher.
5. Diga o que SAI do currículo para abrir espaço: o que não tem nada a ver com esta vaga, o que se repete e o que só ocupa linha.
6. Escreva o resumo do topo em até quatro linhas, começando pelo título da vaga como está escrito no anúncio.
7. O formato é do país que eu informei. Diga o que aquele país espera (foto ou não, dados pessoais ou não, quantas páginas, o nome do arquivo) e o que o sistema de triagem daquele país lê mal: coluna dupla, tabela, cabeçalho, rodapé, ícone e barrinha de nível de idioma.
8. Conte os [NÃO TENHO] e feche com o veredito: candidatar como está, candidatar depois de um conserto que cabe hoje, ou não candidatar e por quê. Se o que falta for exigência eliminatória, diga isso na primeira linha do veredito.
9. Não me elogie e não amenize. Se o meu currículo estiver longe desta vaga, o texto mais útil que você pode escrever é o que diz isso.
Formato da resposta: a tabela de espelho; depois "O que eu não tenho", em lista; depois as linhas reescritas em antes → depois; depois "O que sai"; depois o resumo do topo pronto para colar; depois "Formato e filtro", em tópicos curtos; e no fim o veredito, em três linhas.
--- ANÚNCIO DA VAGA ---
[COLE AQUI O ANÚNCIO INTEIRO]
--- MEU CURRÍCULO ---
[COLE AQUI O SEU CURRÍCULO INTEIRO]
Como usar
O currículo que você manda para dez vagas é o mesmo, e o filtro de cada uma procura as palavras daquela vaga. Este prompt não reescreve o seu currículo no vácuo: ele põe o anúncio ao lado e cobra prova de cada exigência, uma por uma, com a frase copiada do que você já fez. Onde não há prova, ele escreve [NÃO TENHO] em vez de inventar. Funciona no ChatGPT, no Claude e no Gemini.
1. Cole o anúncio inteiro, do jeito que está no site, sem resumir nada.
2. Cole o currículo inteiro depois dele, inclusive o que você acha irrelevante.
3. Escreva o país e o sistema: no Brasil é a Gupy, e o formato muda de país.
4. Confira a coluna do meio: cada frase tem de estar mesmo no seu currículo.
5. Leia quantos [NÃO TENHO] ficaram antes de ler o veredito.
Dica: exigência sem prova não vira linha de currículo. Ela vira a lista do que aprender antes da próxima vaga — e a resposta honesta quando perguntarem na entrevista.
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